Sony Music remove 135 mil deepfakes de artistas em plataformas de streaming
A gigante da música anunciou a retirada de mais de 135 mil faixas geradas por inteligência artificial, impactando a reputação de artistas reais.
Resumo
A luta contra a desinformação e a manipulação digital ganhou um novo capítulo: a Sony Music revelou que teve que remover mais de 135 mil faixas 'deepfake' de seus artistas em serviços de streaming como Spotify e Apple Music. Essa ação destaca o crescente problema das imitações geradas por inteligência artificial na indústria musical.
O impacto dos deepfakes na indústria musical
A Sony Music expressou preocupações sobre como esses deepfakes, que imitam a música de artistas renomados, podem causar danos comerciais significativos. Entre os artistas afetados estão nomes como Beyoncé, Queen e Harry Styles, cujo trabalho autêntico pode ser prejudicado por essas criações fraudulentas. Dennis Kooker, presidente do negócio digital global da Sony, alertou que em casos extremos, esses conteúdos podem prejudicar campanhas de lançamento e a reputação dos músicos.
A prevalência de fraudes na música digital
Embora a Sony tenha removido uma quantidade considerável de faixas, acredita-se que o número real de deepfakes nas plataformas de streaming seja muito maior. Informações não oficiais sugerem que até 10% do conteúdo musical disponível pode ser considerado fraudulento. Para combater essa situação, a Apple Music anunciou que começará a informar os ouvintes sobre faixas geradas por inteligência artificial, após demonetizar dois bilhões de streams fraudulentos em 2025.
Em resumo
À medida que a tecnologia avança, a indústria da música enfrenta desafios sem precedentes. A ação da Sony Music é um lembrete da importância de proteger a autenticidade dos artistas e a qualidade da música que ouvimos. Em um mundo cada vez mais digital, a luta contra as fraudes na música continua a ser uma prioridade.
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