Notícia
📰

Sony Music processa Udio novamente, alegando violação de 30.000 faixas para treinar IA

A gigante da música Sony Music entra com mais um processo contra a start-up de IA Udio, acusando-a de copiar mais de 30.000 músicas sem autorização.

23 de julho de 2026
2 min de leitura

Resumo

A batalha entre a indústria musical e as tecnologias emergentes continua a esquentar, e agora a Sony Music está no centro de um novo processo contra a start-up de inteligência artificial Udio. A acusação gira em torno da utilização não autorizada de mais de 30.000 faixas para treinar seus modelos de IA, levantando questões sobre direitos autorais e inovação na música.

1

O processo e as alegações

No dia 20 de julho, a Sony Music, acompanhada por nove selos afiliados, apresentou uma nova ação judicial contra a Udio, revelando que detectou a cópia ilegal de 30.117 gravações de áudio durante a análise dos dados de treinamento da empresa. Este é um desdobramento do processo iniciado em junho de 2024, onde a Sony, junto com a Universal Music e a Warner Music, já havia alegado que a Udio utilizou milhares de gravações protegidas por direitos autorais para treinar seus próprios sistemas e os da concorrente Suno.

2

Impacto sobre artistas e o setor

Entre as músicas supostamente copiadas estão hits de ícones como Michael Jackson, Harry Styles, Britney Spears e Beyoncé. A Sony Music e seus parceiros afirmam que as mais de 30.000 faixas mencionadas representam apenas uma fração do total de obras infringidas. O processo destaca a importância de proteger os direitos dos criadores, enfatizando que a inovação tecnológica não deve ocorrer à custa da criatividade humana.

3

O que está em jogo

O caso não é apenas uma disputa legal, mas uma reflexão sobre o futuro da música e da criatividade. A Sony argumenta que a proteção dos direitos autorais é essencial para incentivar a invenção e a imaginação, e que a Udio precisa respeitar as leis de direitos autorais para operar de forma ética. O tribunal já havia negado um pedido anterior da Sony para incluir mais faixas no processo de 2024, mas isso não impediu a empresa de continuar lutando por seus direitos.

Em resumo

À medida que a tecnologia avança e a inteligência artificial se torna uma ferramenta cada vez mais presente na produção musical, a indústria enfrenta desafios significativos. O desfecho deste processo poderá estabelecer precedentes importantes para o equilíbrio entre inovação e proteção aos direitos autorais, algo que todos nós, amantes da música eletrônica e da cultura rave, devemos acompanhar com atenção.

Inscreva-se na nossa Newsletter

Receba novidades e informações sobre as melhores festas!