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Salmões nadam mais rápido e longe sob efeito de cocaína, revela estudo

Uma nova pesquisa indica que salmões expostos à cocaína nadam quase duas vezes mais rápido e percorrem distâncias maiores, levantando preocupações sobre o impacto da poluição nas águas.

22 de abril de 2026
2 min de leitura

Resumo

Um estudo inovador realizado em águas suecas trouxe à tona resultados surpreendentes sobre o comportamento dos salmões. A pesquisa, que envolveu a exposição de 105 salmões selvagens à cocaína, revela que esses peixes não apenas nadam mais rápido, mas também exploram distâncias impressionantes em ambientes poluídos.

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Impacto da cocaína no comportamento dos salmões

Os pesquisadores da Griffith University, na Austrália, e da Universidade Sueca de Ciências Agrárias descobriram que salmões expostos à cocaína nadaram 1.9 vezes mais rápido em comparação ao grupo de controle, além de se dispersarem 12.3 km mais longe no Lago Vättern, na Suécia. A pesquisa também destacou que um derivado da cocaína, o benzoylecgonina, poderia ter um impacto ainda mais significativo sobre os salmões.

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Consequências para o ecossistema

A mudança no comportamento dos salmões ao longo do tempo foi notável, sugerindo que a poluição pode alterar drasticamente os padrões naturais do ecossistema aquático. O co-autor do estudo, Dr. Marcus Michelangeli, enfatizou a importância dessas mudanças: 'Onde os peixes vão determina o que eles comem, quem os come e como as populações são estruturadas.'

Em resumo

Esses achados alarmantes nos lembram da urgência em abordar a poluição nas águas e seu impacto sobre a vida aquática. À medida que a utilização de substâncias como a cocaína aumenta, as consequências para o meio ambiente e os ecossistemas aquáticos tornam-se cada vez mais preocupantes.

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