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Sadiq Khan defende parceria entre fabric e Catedral de St Paul's em meio a polêmica religiosa

O Prefeito de Londres elogia a colaboração entre a famosa casa noturna fabric e a Catedral de St Paul's, apesar das críticas de figuras religiosas sobre o uso do espaço para eventos musicais.

9 de setembro de 2026
2 min de leitura

Resumo

A cena eletrônica de Londres está fervendo com uma nova polêmica! O Prefeito Sadiq Khan se manifestou sobre a parceria entre a icônica casa noturna fabric e a Catedral de St Paul's, que promete trazer uma série de eventos musicais ao histórico local. Essa união, no entanto, não está isenta de controvérsias, especialmente entre representantes da igreja que expressaram seu descontentamento.

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Uma união inusitada

Em um post no X no último domingo (6 de setembro), Sadiq Khan descreveu a parceria como um "dueto icônico", ressaltando que essa fusão de música de classe mundial com um dos marcos mais importantes de Londres vai proporcionar uma experiência única. A colaboração, que se estenderá por quatro anos, promete explorar a relação entre a música contemporânea e a Catedral de St Paul's, uma construção do século XVII.

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Eventos programados

A série de eventos St Paul's Cathedral x fabric terá início em outubro e contará com apresentações de um variado programa de "música contemporânea" no hall principal da catedral. Essa iniciativa segue um histórico de eventos da fabric no local, que já recebeu performances de artistas renomados como RY X e Patti Smith.

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Reações da comunidade religiosa

Entretanto, a reação não foi unânime. Vários líderes religiosos expressaram sua desaprovação em relação ao uso da catedral para eventos musicais. Um dos críticos, parente do vice-almirante Lord Horatio Nelson, que está enterrado na cripta da catedral, chegou a comparar a situação a "dançar sobre o túmulo de Nelson". É importante ressaltar que os eventos da fabric não ocorrerão na cripta, que possui uma capacidade de 250 pessoas e é mais adequada para recepções.

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Defesa da cultura clubber

O bispo americano Robert Barron também se manifestou, lamentando o que considera uma rendição ao secularismo ideológico. Por outro lado, o jornalista Adam Bloodworth defendeu a cultura clubber em um artigo recente, afirmando que a música eletrônica não é diferente da música sacra e que a catedral sempre foi um espaço para a música. Ele questiona: "Não era St Paul’s sempre um local para a música?".

Em resumo

Enquanto a controvérsia continua, a expectativa em torno da parceria entre fabric e St Paul's aumenta, prometendo desafiar as convenções e trazer novas experiências à vibrante cena musical de Londres. Será que essa união poderá abrir caminho para um diálogo mais amplo sobre a música e seu papel em espaços históricos?

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