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Relatório da IMS mostra que mulheres DJs ainda representam apenas 15% na AlphaTheta

Um novo estudo da International Music Summit revela que a participação feminina na cena de DJs ainda é baixa, apesar de um crescimento gradual nos últimos anos.

30 de abril de 2026
2 min de leitura

Resumo

No coração pulsante da música eletrônica, um novo relatório da International Music Summit (IMS) traz à tona a realidade desafiadora da representatividade feminina nas decks. Com apenas 15% das contas da AlphaTheta pertencentes a mulheres DJs, a busca por igualdade na indústria se torna cada vez mais urgente.

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Cenário atual e desafios

O estudo, elaborado por Mark Mulligan da MIDiA Research, destaca que, apesar do aumento gradual da presença feminina, passando de 13% em 2023 para 14% em 2024 e agora alcançando 15%, a indústria ainda enfrenta barreiras significativas. As estatísticas não contemplam DJs não binários ou com identidade de gênero não definida, o que ressalta a necessidade de uma abordagem mais inclusiva. Mulligan enfatiza que, embora as mulheres estejam conquistando mais espaço em palcos principais, a mudança estrutural ainda é lenta e precisa de impulso.

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Iniciativas em busca de mudança

A AlphaTheta, responsável pela Pioneer DJ, está se empenhando em reverter esse quadro. Em 2025, lançou o podcast Equal Beats, que tem como objetivo dar visibilidade a mulheres e pessoas não binárias que estão fazendo história na música eletrônica. A iniciativa já contou com a participação de artistas como Sama’ Abdulhadi e Lady Shaka, reforçando a importância de se ouvir vozes diversas na cena.

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A luta pela diversidade na música eletrônica

No Reino Unido, o coletivo NOT BAD FOR A GIRL (NBFG) também está levantando a bandeira da igualdade. Através de uma carta aberta, o grupo denunciou que, em 2026, cerca de 80% das atrações em grandes festivais eram compostas por homens, evidenciando que a mudança nas line-ups ainda está aquém do necessário. O texto destaca que a diversidade não deve ser vista como um bônus, mas sim como uma necessidade vital para a criatividade e justiça na cena.

Em resumo

À medida que a comunidade rave se mobiliza em torno da diversidade e inclusão, é essencial que todos os envolvidos apoiem as mulheres DJs. A representatividade nos line-ups e nas pistas de dança é crucial para inspirar novas gerações e trazer equilíbrio ao futuro da música eletrônica. A luta continua, e a cena está se transformando – vamos juntos fazer parte dessa mudança!

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