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Quiosques do Rio de Janeiro removem estruturas irregulares na areia após fiscalização

Em uma ação de fiscalização, quiosques da orla carioca desmantelaram estruturas irregulares que promoviam eventos, incluindo festas com DJs e música ao vivo.

20 de janeiro de 2026
2 min de leitura

Resumo

O Rio de Janeiro, famoso por suas praias e a vibrante cena de música eletrônica, está passando por mudanças na orla. Recentemente, quiosques que costumavam montar estruturas na areia para receber eventos foram notificados a desmontá-las, após reclamações de frequentadores e uma fiscalização mais rigorosa.

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Fiscalização em foco

Os quiosques ao longo da praia, especialmente na Barra da Tijuca e no Recreio dos Bandeirantes, frequentemente utilizavam a faixa de areia para criar áreas de lounge com mesas, cadeiras e sofás, atraindo amantes da música eletrônica para eventos animados. No entanto, essa prática começou a ser questionada, levando o prefeito Eduardo Paes a reconhecer falhas na fiscalização das áreas públicas. A Orla Rio, responsável pela administração dos quiosques, em conjunto com a Secretaria de Ordem Pública, notificou estabelecimentos como Clássico Beach Club, K8, Krab e Katukas para remover as estruturas que invadiam a areia.

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Reação dos empresários

Em um vídeo divulgado nas redes sociais, Alexandre Duarte, representante do SINPERJ, expressou a preocupação do sindicato com a forma como a situação foi tratada, mencionando a necessidade de um diálogo com o poder público. Os empresários afetados pedem uma oportunidade para apresentar suas propostas, evidenciando o desejo de manter a cultura de eventos na orla, que é tão querida pelos cariocas e turistas.

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Mudanças nas regras da orla

Além das notificações, o Rio de Janeiro está implementando um processo de tabelamento para serviços de praia, visando melhorar a experiência dos frequentadores e coibir práticas abusivas. Em maio de 2025, após negociações com comerciantes, a prefeitura revisou restrições que afetavam a música e a venda de garrafas de vidro, permitindo eventos com regras e fiscalização. No entanto, até o momento, não há novidades sobre acordos com os quiosques notificados, deixando a comunidade de festas em compasso de espera.

Em resumo

Enquanto o Rio de Janeiro busca equilibrar o uso do espaço público e a alegria dos eventos à beira-mar, a cena eletrônica local continua a pulsar. Resta saber como essa relação se desenvolverá, pois a paixão pela música e pelas raves é uma parte indissociável da cultura carioca.

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