Philip Glass desiste de apresentação no Kennedy Center em protesto a Donald Trump
O renomado compositor decidiu cancelar a estreia de sua nova sinfonia como forma de protesto contra a associação do centro cultural com o presidente dos EUA.
Resumo
Em um ato de resistência e consciência artística, Philip Glass, um dos compositores mais influentes da música eletrônica, anunciou sua desistência de apresentar a Sinfonia No. 15 ‘Lincoln’ no Kennedy Center, marcado para junho. A decisão surge em resposta à associação do prestigiado centro de artes com a administração do presidente Donald Trump.
Um Descontentamento Musical
Philip Glass, conhecido por sua habilidade em unir sintetizadores à música clássica e por sua profunda influência na cena eletrônica, comunicou sua decisão através de uma declaração no X, onde expressou que os atuais valores do Kennedy Center estão "em conflito direto" com a mensagem de sua nova obra, que ele define como um "retrato" de Abraham Lincoln. "Sinto que é meu dever retirar esta estreia da sinfonia do Kennedy Center sob a atual liderança", afirmou Glass.
Cancelamentos e Controvérsias
A desistência de Glass não é um caso isolado. Desde dezembro, vários artistas têm cancelado suas apresentações devido à mudança de nome do Kennedy Center para Trump-Kennedy Center, uma manobra que gerou grande controvérsia. Entre os artistas que também se afastaram estão a renomada banda de jazz The Cookers e o talentoso percussionista Chuck Redd, que se manifestaram contra as diretrizes do governo atual.
O Futuro do Kennedy Center
Recentemente, Trump anunciou que o Kennedy Center fechará por dois anos para reformas a partir de 4 de julho, em comemoração ao 250º aniversário dos Estados Unidos. Em sua declaração, ele expressou confiança de que o Trump-Kennedy Center se tornará a mais impressionante instalação de artes cênicas do mundo após as reformas.
Em resumo
A atitude de Philip Glass reflete um momento crucial na interseção entre arte e política, mostrando que artistas têm o poder de se posicionar e impactar a sociedade. Enquanto o Kennedy Center se prepara para suas reformas, a cena musical continua a reverberar com as vozes daqueles que se opõem à atual administração.
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