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Madison Square Garden mantém dossiê sobre orientações sexuais de celebridades

Uma investigação recente revelou que o Madison Square Garden possui um banco de dados com informações sobre a orientação sexual de diversas personalidades. O caso levanta questões sérias sobre privacidade e discriminação.

13 de julho de 2026
2 min de leitura

Resumo

No coração de Nova York, o icônico Madison Square Garden (MSG) está no centro de uma polêmica que expõe a vulnerabilidade da privacidade das celebridades. Uma investigação da Wired revelou que a arena de eventos e shows mantém um dossiê com as orientações sexuais de diversas figuras públicas, o que gerou uma onda de indignação e questionamentos sobre a ética dessa prática.

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O conteúdo do dossiê

O relatório da Wired revelou que o banco de dados VIP da segurança do MSG contém mais de 39.539 nomes de pessoas famosas de diversas áreas, como negócios, tecnologia, política, mídia e esportes. Embora a maioria dos registros não contenha informações relevantes, alguns nomes estão classificados em categorias como 'Não Hospedar', que impede a concessão de ingressos gratuitos, e níveis de 'risco', que indicam a necessidade de supervisão por parte da equipe do MSG.

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Figuras de destaque na lista

Entre os nomes classificados como 'risco médio' estão a cantora Lily Allen, a ex-editora da Vogue americana, Anna Wintour, e o cantor country Morgan Wallen. Já na categoria de 'alto risco', encontramos artistas como Freddie Gibbs, Lil Jon, DaBaby e A Boogie Wit da Hoodie. Após a publicação do relatório, Gibbs expressou sua indignação nas redes sociais, questionando sua inclusão nessa categoria.

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A questão LGBTQIA+

A investigação revelou que 93 dos registros, incluindo estrelas como Ricky Martin, Phoebe Bridgers e Emily Green, foram categorizados como 'LGBTQIA'. A razão pela qual o MSG decidiu registrar as orientações sexuais de seus visitantes VIP ainda é incerta. O ativista dos direitos digitais, Evan Greer, destacou um padrão preocupante no tratamento de pessoas LGBTQIA+ pelo MSG, mencionando que a equipe de vigilância fez uso de tecnologia de reconhecimento facial para monitorar uma mulher transgênero.

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Reação do Madison Square Garden

Em resposta às alegações da Wired, um porta-voz do MSG afirmou que o relatório contém informações imprecisas e falsas, e que a arena está buscando medidas legais contra a publicação.

Em resumo

Esse episódio levanta questões cruciais sobre privacidade e direitos no mundo dos eventos e da música, refletindo a necessidade de um debate mais profundo sobre como as personalidades são tratadas em espaços tão icônicos como o Madison Square Garden. A cena eletrônica e cultural merece um ambiente seguro e respeitoso para todos.

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