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Justiça de Quebec autoriza ação coletiva contra práticas de tarifas da Ticketmaster

Uma corte em Quebec deu luz verde para uma ação coletiva que questiona os modelos de preços da Ticketmaster, alegando que suas tarifas são excessivas e injustas.

16 de janeiro de 2026
2 min de leitura

Resumo

A cena de eventos e festivais eletrônicos pode estar prestes a passar por uma mudança significativa graças a uma ação judicial que desafia as práticas de tarifas da Ticketmaster. O tribunal de Quebec decidiu que uma ação coletiva, que alega que o modelo de preços da Ticketmaster é abusivo, pode prosseguir.

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Detalhes da ação coletiva

A ação, iniciada em agosto de 2024 por um escritório de advocacia de Montreal, argumenta que as tarifas cobradas pela Ticketmaster violam a Lei de Proteção ao Consumidor de Quebec e o Código Civil. O juiz Eleni Yiannakis do Tribunal Superior de Quebec autorizou a ação a seguir para julgamento, afirmando que o modelo de tarifas é "excessivo e desproporcional". O advogado Felipe Morales, que lidera a ação, relatou ter sofrido danos devido às práticas da Ticketmaster, sugerindo que muitos outros também podem ter sido afetados.

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Defesa da Ticketmaster

Em resposta, um porta-voz da Ticketmaster defendeu as tarifas, afirmando que elas são compartilhadas entre a plataforma e os locais dos eventos, cobrindo custos essenciais como pessoal e tecnologia anti-fraude. Segundo a empresa, a parte da Ticketmaster nas taxas de serviço representa cerca de 5 a 7% do preço total do ingresso, e asseguram que a transparência é uma prioridade, mostrando o custo total aos fãs desde 2018 no Canadá.

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Contexto legal mais amplo

A Ticketmaster e sua controladora, Live Nation, enfrentam ainda outras ações legais, incluindo uma em novembro relacionada ao uso de tecnologia de código de barras rotativos em sua plataforma SafeTix. Além disso, em setembro, a Comissão Federal de Comércio dos EUA processou a Ticketmaster e a Live Nation, acusando-as de empregar táticas ilegais de revenda de ingressos.

Em resumo

À medida que a batalha legal avança, os fãs de música eletrônica e os frequentadores de festivais esperam que essa ação possa trazer mudanças significativas nas práticas de venda de ingressos, promovendo um ambiente mais justo e transparente para todos.

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