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Conflito no Oriente Médio provoca cancelamentos de artistas em festivais brasileiros

O cenário atual de tensão no Oriente Médio está impactando diretamente a agenda de eventos de música eletrônica no Brasil, levando à suspensão de várias apresentações de artistas internacionais.

13 de março de 2026
2 min de leitura

Resumo

A cena eletrônica brasileira está enfrentando um momento delicado devido ao conflito no Oriente Médio, que não só afeta geopoliticamente a região, mas também balança o calendário de festivais e eventos do nosso país. Com bloqueios e fechamentos de aeroportos, muitos artistas têm encontrado dificuldades para se deslocar, resultando no cancelamento de suas participações em diversas festas e festivais.

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Impacto na aviação e cancelamentos

O impacto do conflito, que envolve países como Irã e Israel, resultou em uma série de fechamentos temporários em aeroportos cruciais, como o Aeroporto Internacional Ben Gurion em Israel e os terminais no Irã. Isso gerou uma onda de cancelamentos em eventos que contavam com a presença de grandes nomes do psytrance. O festival PsyFly, que acontece em Porto Feliz, SP, neste fim de semana, precisou cancelar a participação de artistas como Dekel e Gorovich. Para minimizar o impacto aos fãs, a produção decidiu duplicar os ingressos já vendidos.

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Adaptações em outros eventos

Outros festivais também estão sentindo os efeitos da crise. O Flor da Vida, que ocorre em Itirapina, SP, anunciou a retirada de DJs como Imagine Mars e Xerox, mas promete compensar os fãs com um set especial de 3 horas do DJ Vegas no domingo. No Garden Music Festival, em Alvorada, RS, a substituição de Astrix e All In One por artistas locais como OMIKI e DMS é uma tentativa de manter a programação animada. Em Belém do Pará, o After do Pedrinho também se viu forçado a cancelar a vinda desses artistas, oferecendo reembolso ou a opção de transferir ingressos para futuros eventos.

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Mudanças na Hipnótica

A Hipnótica também se adaptou às novas circunstâncias, substituindo Gorovich e Dekel por Freedom Fighters e Pixel, ambos com sets de duas horas, garantindo que o público ainda tenha a oportunidade de aproveitar grandes apresentações.

Em resumo

O cenário atual nos lembra da fragilidade das conexões globais, especialmente em tempos de crise. Enquanto os festivais se esforçam para se ajustar às mudanças, a comunidade rave se mantém unida, pronta para celebrar e dançar, mesmo diante das adversidades. Vamos torcer para que a situação melhore e que nossos artistas possam voltar a brilhar nos palcos brasileiros em breve.

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AstrixGarden Music Festival

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