Apple Music remove dois bilhões de streams fraudulentos em 2025
A Apple Music anunciou a desmonetização de dois bilhões de streams fraudulentos no ano passado, o que representa uma perda de US$ 17 milhões em royalties para artistas reais.
Resumo
A luta contra a fraude no streaming ganhou um novo capítulo, e a Apple Music está na linha de frente dessa batalha. Em um recente pronunciamento, a plataforma revelou que, em 2025, desmonetizou impressionantes dois bilhões de streams fraudulentos, o que poderia ter gerado cerca de US$ 17 milhões em royalties para artistas legítimos.
Medidas rigorosas contra a fraude
Oliver Schusser, Vice-Presidente da Apple Music, destacou em entrevista ao Hollywood Reporter que a plataforma está intensificando suas ações contra aqueles que praticam fraudes no streaming. Desde a introdução de penalidades em 2022, a Apple tem se empenhado em penalizar os infratores, e as novas medidas tornaram as multas mais severas. Os responsáveis por uploads fraudulentos agora enfrentam multas que variam de 5% a até 25% do que teriam ganhado em royalties, valores que foram dobrados nas novas regras.
Impacto positivo na indústria musical
Schusser descreveu a situação como um 'jogo de soma zero', enfatizando a importância de recuperar o dinheiro das fraudes e redistribuí-lo para artistas que trabalham de maneira honesta. Com essa abordagem, a Apple Music busca criar um ambiente mais justo para os músicos que realmente merecem ser recompensados por seu trabalho.
Outras plataformas também estão agindo
No mesmo espírito de combate à fraude, o serviço francês de streaming Deezer também anunciou que desmonetizou 85% das faixas geradas por inteligência artificial em sua plataforma, utilizando uma ferramenta de detecção de IA. Essa tecnologia já é capaz de identificar cerca de 60 mil faixas de IA por dia, mostrando que a luta contra fraudes no streaming é uma preocupação crescente em toda a indústria musical.
Em resumo
Com essas iniciativas, tanto a Apple Music quanto a Deezer estão dando um passo importante para proteger os artistas e garantir que os royalties sejam destinados a quem realmente merece. A cena musical eletrônica, assim como toda a indústria, se beneficia quando a integridade das plataformas de streaming é mantida.
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